terça-feira, 20 de outubro de 2009

Silencio

Silencio

Uma vez, só uma vez!
Como se de repente
Tudo parou
E nada mais se ouviu

Como se de repente
Calou-se o vento,
Que já não mais assopra
Calou-se o mar,
Que já não ha mais ondas
Calou-se a mãe terra,
E tudo que nela abita

Como se de repente
Calou-se a vida,
Calou-se o sentimento,
Calou-se o poeta

(Lucas de Paula Ferreira)

Nenhum comentário:

Postar um comentário