borboleta
se minhas asas são livres
e meu caminho é incerto,
deixe me voar em vão
e se eu por acaso decidir pousar no seu dedo...
tenha paciencia... sou envergonhado
deixe ter meu tempo,
deixe descansar minhas asas
deixe me sentir confiança
me cativas com calma
sejás minha flor
(lucas de paula ferreira
domingo, 12 de maio de 2013
terça-feira, 5 de março de 2013
Azrael
Azrael
ao entardecer a bruma se forma.
e lá está seu rei Decrépito,
em seu trono nefasto,
declarando à rosas inverno
sonhando com um visitante inesperado
um estranho, branco como a lua
brinca com a mente do Desvairado senhor das moscas
e então o sonho não é mais sonho
a ilusão se torna castelo e lá ele também reina
dentro dos olhos vermelhos
sua alma grita um aviso:
não olhe para os olhos do estranho
com seu sorriso nefasto, ele mente a cada frase
escuridão espera pelo convite inevitável
não olhe para os olhos do maldito
você não pode escapar
o estranho sussurra, o homem ouve
a luz começa mudar, algo está estranho
o medo agora é real, como pesadelo de profetas
o estranho chama, o homem segue
segue seu novo senhor
o novo rei das rosas
(Lucas de Paula Ferreira)
ao entardecer a bruma se forma.
e lá está seu rei Decrépito,
em seu trono nefasto,
declarando à rosas inverno
sonhando com um visitante inesperado
um estranho, branco como a lua
brinca com a mente do Desvairado senhor das moscas
e então o sonho não é mais sonho
a ilusão se torna castelo e lá ele também reina
dentro dos olhos vermelhos
sua alma grita um aviso:
não olhe para os olhos do estranho
com seu sorriso nefasto, ele mente a cada frase
escuridão espera pelo convite inevitável
não olhe para os olhos do maldito
você não pode escapar
o estranho sussurra, o homem ouve
a luz começa mudar, algo está estranho
o medo agora é real, como pesadelo de profetas
o estranho chama, o homem segue
segue seu novo senhor
o novo rei das rosas
(Lucas de Paula Ferreira)
domingo, 24 de fevereiro de 2013
levítico
levítico
esqueça de mim, pequena luz da manha,
eu sou a escuridão...
sou a fagulha do infinito que invade sua janela
sou o aroma que te empreguina, semeado no ventre das sombras
sou nada alem de escuridão
meus olhos sempre abertos, veem projeçoes deles mesmos
sou seu temor, sua maior realidade e seu maior pesadelo
esqueça de mim, pequena luz da manha,
eu sou a escuridão! aonde vou não tem sabor
mas se insistes em me sentir
toque no meu rosto, estenda sua mão
toque no vazio, sinta o frio nas sua infinidade
me siga, me siga!
se torne a escuridão, espere sua mente desfalescer
venha, venha! estou esperando por você
estou esperando pela loucura!
me segure, me diga o que fazer!
sinta a loucura
e corra, corra para longe
sinta o sol, está muito longe agora,
é a unica saida, desse lado de mim
esqueça de mim... pequena luz...
sou a escuridão
(Lucas de Paula ferreira)
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